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<title>CDL -  Valença RJ ** Câmara de Dirigentes Lojistas de Valença</title>
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<item rdf:about="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/2010/02/cedae_stj_e_ile.html">
<title>CEDAE - STJ &gt;&gt; É ilegal a cobrança de taxa mínima de água multiplicada pelo número de unidades condominiais de prédio, no qual existe um único hidrômetro instalado.</title>
<link>http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/2010/02/cedae_stj_e_ile.html</link>
<description><![CDATA[<p><strong>Os que se sentirem injustiçados DEVERÃO INGRESSAR NA JUSTIÇA. <br />
Estaremos verificando a possibilidade de uma açao conjunta contra a CEDAE.</p>

<p>Maneco Gomes</strong></p>

<p>É ilegal a cobrança de taxa mínima de água multiplicada pelo número de unidades condominiais de prédio, no qual existe um único hidrômetro instalado. A decisão unânime é da Primeira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Com a decisão, o STJ manteve o entendimento anterior estabelecido pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ).</p>

<p>O caso envolvia a concessionária Águas do Paraíba S/A, prestadora de serviços de abastecimento de água e coleta de esgoto, e o Instituto de Medicina Nuclear e Endocrinologia (IMNE), ambos com sede no município de Campos, Rio de Janeiro.</p>

<p>Em recurso especial, a concessionária argumentava que o contrato de concessão firmado com o município de Goytacazes buscava preservar os aspectos sociais da aplicação da tarifa mínima por economias para manter o equilíbrio econômico das empresas de abastecimento de água e esgoto. Segundo a concessionária Águas do Paraíba, o contrato tinha respaldo em entendimento pacificado da Primeira Seção do STJ, o qual considerava legal a cobrança da tarifa mínima pelo número de condôminos e não por unidade de hidrômetro.</p>

<p>A ministra Eliana Calmon, relatora do processo, salientou que compartilhava do mesmo entendimento. Só que em julgados recentes, o STJ tem se posicionado pela ilegalidade da cobrança. Com esse entendimento, a relatora negou provimento ao recurso. Além de reconhecer que a relação entre a concessionária de serviço público e seus usuários é regida pelo Código de Defesa do Consumidor, declarou prejudicado o exame da suposta divergência jurisprudencial. Com isso, mantém o julgado do TJRJ que determinou a devolução dos valores cobrados indevidamente pela concessionária aos usuários.</p>

<p>Resp 955290</p>]]></description>
<dc:subject>Acessoria Jurídica</dc:subject>
<dc:creator>Maneco</dc:creator>
<dc:date>2010-02-25T11:30:51-03:00</dc:date>
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<item rdf:about="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/2010/02/senai_emite_o_l.html">
<title>SENAI EMITE O LAUDO  DA ÁGUA DE VALENÇA</title>
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<description><![CDATA[<p><strong>A CDL-Valença traz ao conhecimento de todos o laudo emitido pelo Centro de Tecnologia do SENAI/RJ contendo análise Microbiológica e Fisico-Química das amostras de água coletadas em Valença. </strong></p>

<p><strong>Primeira Coleta Ponto 1</strong></p>

<p><a href="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/CDL_11.html" onclick="window.open('http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/CDL_11.html','popup','width=438,height=640,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img src="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/CDL_1-thumb.jpg" width="350" height="511" border="0" /></a><br />
<a href="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/CDL_1-1.html" onclick="window.open('http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/CDL_1-1.html','popup','width=424,height=640,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img src="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/CDL_1-1-thumb.jpg" width="350" height="528" border="0" /></a></p>

<p><strong>Primeira Coleta Ponto 2</strong></p>

<p><a href="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/CDL_2.html" onclick="window.open('http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/CDL_2.html','popup','width=436,height=640,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img src="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/CDL_2-thumb.jpg" width="350" height="513" border="0" /></a><br />
<a href="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/CDL_2-1.html" onclick="window.open('http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/CDL_2-1.html','popup','width=421,height=640,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img src="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/CDL_2-1-thumb.jpg" width="350" height="532" border="0" /></a></p>

<p><strong>Primeira Coleta Ponto 3</strong></p>

<p><a href="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/CDL_3.html" onclick="window.open('http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/CDL_3.html','popup','width=435,height=640,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img src="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/CDL_3-thumb.jpg" width="350" height="514" border="0" /></a><br />
<a href="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/CDL_3-1.html" onclick="window.open('http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/CDL_3-1.html','popup','width=423,height=640,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img src="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/CDL_3-1-thumb.jpg" width="350" height="529" border="0" /></a><br />
</p>]]></description>
<dc:subject>SENAI EMITE LAUDO DA ÁGUA DE VALENÇA</dc:subject>
<dc:creator>Maysa</dc:creator>
<dc:date>2010-02-24T13:36:29-03:00</dc:date>
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<item rdf:about="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/2010/02/a_cdl_solicitou.html">
<title>A CDL, solicitou  análise da qualidade D`água.</title>
<link>http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/2010/02/a_cdl_solicitou.html</link>
<description><![CDATA[<p>Para verificar a qualidade da água, após várias solicitações de associados, solicitamos análise da água de Valença em acordo com a legislação em vigor.</p>

<p>Abaixo as técnicas do SENAI coletando a água em 3 pontos distintos da cidade.</p>

<p>Após recebermos os laudos, veremos o que fazer!</p>

<p>Maneco Gomes<br />
Presidente</p>

<p>Coleta 01</p>

<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-rBxzZHihPc&hl=pt_BR&fs=1&"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/-rBxzZHihPc&hl=pt_BR&fs=1&" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>

<p><br />
Coleta 02</p>

<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/4k6txzozQn0&hl=pt_BR&fs=1&"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/4k6txzozQn0&hl=pt_BR&fs=1&" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>

<p>Coleta 03</p>

<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/KKAD2bRW9k4&hl=pt_BR&fs=1&"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/KKAD2bRW9k4&hl=pt_BR&fs=1&" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>]]></description>
<dc:subject>CEDAE - Valença RJ</dc:subject>
<dc:creator>Maneco</dc:creator>
<dc:date>2010-02-05T16:03:56-03:00</dc:date>
</item>
<item rdf:about="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/2010/01/e_ilegal_cobrar.html">
<title>É ilegal cobrar taxa mínima de água por unidade condominial em prédio que possui um único hidrômetro (Notícias STJ) 28/12/2009</title>
<link>http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/2010/01/e_ilegal_cobrar.html</link>
<description><![CDATA[<p>Os que se sentirem injustiçados DEVERÃO INGRESSAR NA JUSTIÇA. <br />
Estaremos verificando a possibilidade de uma açao conjunta contra a CEDAE.</p>

<p>Maneco Gomes</p>

<p>É ilegal a cobrança de taxa mínima de água multiplicada pelo número de unidades condominiais de prédio, no qual existe um único hidrômetro instalado. A decisão unânime é da Primeira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Com a decisão, o STJ manteve o entendimento anterior estabelecido pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ).</p>

<p>O caso envolvia a concessionária Águas do Paraíba S/A, prestadora de serviços de abastecimento de água e coleta de esgoto, e o Instituto de Medicina Nuclear e Endocrinologia (IMNE), ambos com sede no município de Campos, Rio de Janeiro.</p>

<p>Em recurso especial, a concessionária argumentava que o contrato de concessão firmado com o município de Goytacazes buscava preservar os aspectos sociais da aplicação da tarifa mínima por economias para manter o equilíbrio econômico das empresas de abastecimento de água e esgoto. Segundo a concessionária Águas do Paraíba, o contrato tinha respaldo em entendimento pacificado da Primeira Seção do STJ, o qual considerava legal a cobrança da tarifa mínima pelo número de condôminos e não por unidade de hidrômetro.</p>

<p>A ministra Eliana Calmon, relatora do processo, salientou que compartilhava do mesmo entendimento. Só que em julgados recentes, o STJ tem se posicionado pela ilegalidade da cobrança. Com esse entendimento, a relatora negou provimento ao recurso. Além de reconhecer que a relação entre a concessionária de serviço público e seus usuários é regida pelo Código de Defesa do Consumidor, declarou prejudicado o exame da suposta divergência jurisprudencial. Com isso, mantém o julgado do TJRJ que determinou a devolução dos valores cobrados indevidamente pela concessionária aos usuários.</p>

<p>Resp 955290</p>]]></description>
<dc:subject>Acessoria Jurídica</dc:subject>
<dc:creator>Maneco</dc:creator>
<dc:date>2010-01-04T14:20:18-03:00</dc:date>
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<item rdf:about="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/2009/12/natal_iluminado_1.html">
<title>NATAL ILUMINADO DE VALENÇA</title>
<link>http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/2009/12/natal_iluminado_1.html</link>
<description><![CDATA[<p><a href="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC01637.html" onclick="window.open('http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC01637.html','popup','width=640,height=480,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img src="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC01637-thumb.JPG" width="350" height="262" border="0" /></a><br />
<a href="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC01686.html" onclick="window.open('http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC01686.html','popup','width=640,height=480,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img src="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC01686-thumb.JPG" width="350" height="262" border="0" /></a><br />
<a href="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/SDC10129.html" onclick="window.open('http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/SDC10129.html','popup','width=480,height=640,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img src="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/SDC10129-thumb.JPG" width="350" height="466" border="0" /></a><br />
<a href="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/SDC10135.html" onclick="window.open('http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/SDC10135.html','popup','width=640,height=480,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img src="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/SDC10135-thumb.JPG" width="350" height="262" border="0" /></a><br />
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<a href="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC03290.html" onclick="window.open('http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC03290.html','popup','width=640,height=427,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img src="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC03290-thumb.JPG" width="350" height="233" border="0" /></a><br />
<a href="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC01601.html" onclick="window.open('http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC01601.html','popup','width=640,height=480,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img src="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC01601-thumb.JPG" width="350" height="262" border="0" /></a><br />
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<a href="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC01700.html" onclick="window.open('http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC01700.html','popup','width=640,height=480,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img src="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC01700-thumb.JPG" width="350" height="262" border="0" /></a><br />
<a href="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC01706.html" onclick="window.open('http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC01706.html','popup','width=640,height=480,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img src="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC01706-thumb.JPG" width="350" height="262" border="0" /></a><br />
<a href="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC03272.html" onclick="window.open('http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC03272.html','popup','width=640,height=427,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img src="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC03272-thumb.JPG" width="350" height="233" border="0" /></a><br />
<a href="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC01702.html" onclick="window.open('http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC01702.html','popup','width=640,height=480,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img src="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC01702-thumb.JPG" width="350" height="262" border="0" /></a><br />
<a href="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC01694.html" onclick="window.open('http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC01694.html','popup','width=640,height=480,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img src="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC01694-thumb.JPG" width="350" height="262" border="0" /></a><br />
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<a href="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC01710.html" onclick="window.open('http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC01710.html','popup','width=640,height=480,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img src="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC01710-thumb.JPG" width="350" height="262" border="0" /></a><br />
</p>]]></description>
<dc:subject>Natal Iluminado  de Valença</dc:subject>
<dc:creator>Maysa</dc:creator>
<dc:date>2009-12-21T09:40:35-03:00</dc:date>
</item>
<item rdf:about="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/2009/12/natal_iluminado.html">
<title>NATAL ILUMINADO DE VALENÇA</title>
<link>http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/2009/12/natal_iluminado.html</link>
<description><![CDATA[<p><a href="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/cartaz11.html" onclick="window.open('http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/cartaz11.html','popup','width=448,height=640,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img src="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/cartaz1-thumb.jpg" width="350" height="500" border="0" /></a><br />
</p>]]></description>
<dc:subject>Natal Iluminado  de Valença</dc:subject>
<dc:creator>Maysa</dc:creator>
<dc:date>2009-12-08T16:44:02-03:00</dc:date>
</item>
<item rdf:about="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/2009/10/lei_5517_de_170.html">
<title>Lei 5517 de 17/08/2009</title>
<link>http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/2009/10/lei_5517_de_170.html</link>
<description><![CDATA[<p><strong>Palestra sobre a Lei 5517 de 17/08/2009</strong></p>

<p>Na noite de ontem 20/10  a Equipe da Vigilância Sanitária da Secretaria Municipal de Saúde de Valença realizou Palestra dando informação e capacitação para Empresários sobre a Lei que proibe o consumo de cigarros ou qualquer fumígeno em locais de uso coletivo. </p>

<p><a href="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/vigilancia.html" onclick="window.open('http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/vigilancia.html','popup','width=800,height=600,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img src="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/vigilancia-thumb.JPG" width="350" height="262" border="0" /></a><br />
<strong>Esq. Dra. Clea Paranhos Lima (Diretora da VigiLancia Sanitária do Município), Dr. Marcelo Neves (Coordenador do Programa de Tabagismo) e Dra. Vivian Augusto Silva (Enfermeira Sanitarista da Vigilância Sanitária do Município)</strong></p>

<p><br />
LEI Nº 5.517, DE 17 DE AGOSTO DE 2009.</p>

<p>PROÍBE O CONSUMO DE CIGARROS, CIGARRILHAS, CHARUTOS, CACHIMBOS OU DE QUALQUER OUTRO PRODUTO FUMÍGENO, DERIVADO OU NÃO DO TABACO, NA FORMA QUE ESPECIFICA, E CRIA AMBIENTES DE USO COLETIVO LIVRES DE TABACO.<br />
O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO <br />
Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei:</p>

<p><br />
Art. 1º Esta lei estabelece normas de proteção à saúde e de responsabilidade por dano ao consumidor, nos termos do artigo 24, incisos V, VIII e XII, da Constituição Federal, para criação de ambientes de uso coletivo livres de produtos fumígenos.</p>

<p>Art. 2º Fica proibido no território do Estado do Rio de Janeiro, em ambientes de uso coletivo, públicos ou privados, o consumo de cigarros, cigarrilhas, charutos ou de qualquer outro produto fumígeno, derivado ou não do tabaco. </p>

<p>§1º Aplica-se o disposto no caput deste artigo aos recintos de uso coletivo, total ou parcialmente fechados em qualquer dos seus lados por parede, divisória, teto ou telhado, ainda que provisórios, onde haja permanência ou circulação de pessoas.</p>

<p>§2º Para os fins desta lei, a expressão “recintos de uso coletivo” compreende, dentre outros, os ambientes de trabalho, de estudo, de cultura, de culto religioso, de lazer, de esporte ou de entretenimento, áreas comuns de condomínios, casas de espetáculos, teatros, cinemas, bares, lanchonetes, boates, restaurantes, praças de alimentação, hotéis, pousadas, centros comerciais, bancos e similares, supermercados, açougues, padarias, farmácias, drogarias, repartições públicas, instituições de saúde, escolas, museus, bibliotecas, espaços de exposições, veículos públicos ou privados de transporte coletivo, inclusive veículos sobre trilhos, embarcações e aeronaves, quando em território fluminense, viaturas oficiais de qualquer espécie e táxis.</p>

<p>§3º Nos locais previstos nos parágrafos 1º e 2º deste artigo, deverá ser afixado aviso da proibição, em pontos de ampla visibilidade, com indicação de telefone e endereço dos órgãos estaduais responsáveis pela vigilância sanitária e pela defesa do consumidor, bem como com a penalidade cabível em caso de descumprimento da presente lei. </p>

<p>Art. 3º Os proprietários ou responsáveis pelos estabelecimentos e veículos de transporte coletivo, mencionados no art. 2º e seus parágrafos, deverão fiscalizá-los e protegê-los, para que nos seus interiores não seja praticada infração ao disposto nesta lei.</p>

<p>Parágrafo único. Verificada inobservância à proibição de uso de produtos fumígenos por parte dos consumidores ou usuários, caberá, ao proprietário ou responsável pelo estabelecimento ou pelos veículos de transporte coletivo, adverti-los sobre a proibição nela contida, bem como sobre a obrigatoriedade, caso persista na conduta coibida, de imediata retirada do local, se necessário mediante o auxílio de força policial.</p>

<p>Art. 4° No caso de descumprimento ao disposto nessa lei, o proprietário ou responsáveis pelo estabelecimento ou pelo meio de transporte coletivo em que ocorrer a infração ficarão sujeitos à pena de multa, que deverá ser fixada em quantia entre 1.548,63 (mil, quinhentos e quarenta e oito unidades e sessenta e três centésimos de UFIRs) e 15.486,27 (quinze mil, quatrocentos e oitenta e seis unidades e vinte e sete centésimos de UFIRs) UFIRs-RJ, sem prejuízo das sanções previstas na legislação sanitária.</p>

<p>§1° Na fixação do valor da multa, deverá ser levada em consideração, concomitantemente:</p>

<p>I - grau de relevância;</p>

<p>II - a capacidade econômica do infrator;</p>

<p>III - extensão do prejuízo causado à saúde pública.</p>

<p><br />
§2º No caso de reincidência, a multa será aplicada em dobro.</p>

<p><br />
§3º Aplicada a multa de que trata este artigo, terá o infrator o prazo de 30 (trinta) dias para formular impugnação, observada a ampla defesa e o contraditório.</p>

<p>§4º A impugnação será dirigida à autoridade imediatamente superior, que sobre ela decidirá no prazo de 05 (cinco) dias, ressalvada a necessidade de diligências complementares para instrução do processo administrativo, com possibilidade de recurso para o Secretário de Estado de Saúde e Defesa Civil no caso de indeferimento.</p>

<p>Art. 5º Qualquer pessoa poderá relatar, ao órgão de vigilância sanitária ou de defesa do consumidor da respectiva área de atuação, fato que tenha presenciado em desacordo com o disposto nesta lei.</p>

<p>§1º O relato de que trata o caput deste artigo conterá, concomitantemente:</p>

<p>I - a exposição do fato e suas circunstâncias;</p>

<p>II -. a declaração, sob as penas da lei, de que o relato corresponde à verdade;<br />
 <br />
III - a identificação do autor, com nome, prenome, número da cédula de identidade, seu endereço e assinatura. </p>

<p>§2º A critério do interessado, o relato poderá ser apresentado por meio eletrônico, no sítio de rede mundial de computadores – internet - dos órgãos referidos no caput deste artigo.<br />
 <br />
Art. 6º Esta lei não se aplica: </p>

<p>I - aos cultos religiosos em que produtos fumígenos façam parte do ritual; </p>

<p>II - às vias públicas e aos espaços ao ar livre;</p>

<p>III - às residências;</p>

<p>IV - aos quartos ou suítes de hotéis, pousadas e afins;</p>

<p>V - às tabacarias;</p>

<p><br />
VI - às produções teatrais;</p>

<p>VII - aos locais de filmagens cinematográficas e televisivas.</p>

<p>§1º Para fins dessa lei, entende-se por tabacaria o estabelecimento que, segundo seu contrato social, seja destinado especificamente ao consumo no próprio local de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou de qualquer outro produto fumígeno, derivado ou não do tabaco, e que tenham mais de 50% (cinquenta por cento) de sua receita advinda da venda desses produtos.</p>

<p>§2º As tabacarias deverão anunciar, nas suas entradas e no seu interior, que naquele local há utilização de produto fumígeno.</p>

<p>§3° Nos locais indicados no inciso V deste artigo deverão ser adotadas condições de isolamento, ventilação ou exaustão do ar que impeçam a contaminação de ambientes protegidos por esta lei.</p>

<p>Art. 7º As penalidades decorrentes de infrações às disposições desta lei serão impostas, nos respectivos âmbitos de atribuições, pelos órgãos estaduais ou municipais de vigilância sanitária ou de defesa do consumidor. </p>

<p>Parágrafo único. O início da aplicação das penalidades será precedido de ampla campanha educativa, realizada pelo Governo do Estado nos meios de comunicação, como jornais, revistas, rádio e televisão, nas escolas e universidade públicas e privadas, com a distribuição de panfletos educativos nos locais explicitados no artigo 2º e seus parágrafos, para esclarecimento sobre os deveres, proibições e sanções impostos por esta lei, além da nocividade do fumo à saúde.</p>

<p>Art. 8º Caberá ao Estado capacitar, monitorar e avaliar a implantação do Programa de Controle de Tabagismo nos Municípios.</p>

<p>Art. 9º Esta lei entra em vigor no prazo de 90 (noventa) dias após a data de sua publicação.</p>

<p></p>

<p><br />
Rio de Janeiro, 17 de agosto de 2009.</p>

<p>SERGIO CABRAL<br />
Governador </p>]]></description>
<dc:subject>Leis</dc:subject>
<dc:creator>Maysa</dc:creator>
<dc:date>2009-10-21T17:14:54-03:00</dc:date>
</item>
<item rdf:about="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/2009/10/lei_120392009_d.html">
<title>Lei 12.039/2009 de 01/10/2009</title>
<link>http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/2009/10/lei_120392009_d.html</link>
<description><![CDATA[<p>	                                                      </p>

<p><br />
<strong>CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR É COMPLEMENTADO COM A LEI 12.039/2009 DE 01/10/2009</strong></p>

<p>Em 1º de outubro de 2009 o Vice-Presidente da República, sua Exa. José de Alencar Gomes da Silva sancionou a Lei 12.039/09 que acrescentou ao Artigo 42 do CDC – Código de Defesa do Consumidor o Artigo 42-A “</p>

<p><strong>Lei 12.039/2009 de 01/10/2009 (DOU 02/10/2009)</strong></p>

<p>Inclui dispositivo na Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990, para determinar que constem, nos documentos de cobrança de dívida  encaminhados ao consumidor, o nome , o endereço e o número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas – CPF ou no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – CNPJ do fornecedor do produto ou serviço.</p>

<p><strong>O VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no exercício do cargo de PRESIDENTE DA REPÚBLICA</strong></p>

<p>Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:</p>

<p>Art. 1º A Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990, passa a vigorar acrescida do seguinte ART. 42-A:</p>

<p><strong>Artigo 42-A</strong> “Em todos os documentos de cobrança de débitos apresentados ao consumidor, deverão constar o nome, o endereço e o número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas –CPF ou no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – CNPJ do fornecedor do produto ou serviço  correspondente”.</p>

<p>Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.</p>

<p></p>

<p><strong>Brasília, 1º de outubro de 2009<br />
José Alencar Gomes da Silva</strong></p>]]></description>
<dc:subject>Leis</dc:subject>
<dc:creator>Maysa</dc:creator>
<dc:date>2009-10-07T12:00:30-03:00</dc:date>
</item>
<item rdf:about="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/2009/10/cartilha_sobre.html">
<title>Cartilha Sobre ECFs - Trustec</title>
<link>http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/2009/10/cartilha_sobre.html</link>
<description><![CDATA[<p>Nosso associado TRUSTEC Company, atarvés de seu proprietário Jorge, elaborou uma cartilha sobre o uso dos ECFs que é de utilidade para todas as empresas e associados. Assim a publicamos:</p>

<p></p>

<p>SUMÁRIO<br />
01. Qual a vantagem da Automação Comercial?<br />
02. Qual o prazo estabelecido para o uso obrigatório de ECF?<br />
03. Em que situação não estarei obrigado ao uso de ECF?<br />
04. Como adquirir ECF?<br />
05. Como obter autorização para uso fiscal do ECF?<br />
06. Como proceder no caso de defeito no ECF?<br />
07. O que é intervenção técnica?<br />
08. Como proceder após uma intervenção técnica?<br />
9. Como cessar o uso de ECF?<br />
10. Em que situação devo usar o ECF?<br />
11. Quem são os consumidores não contribuintes do ICMS?<br />
12. O que devo fazer quando não puder usar o ECF?<br />
13. Posso emitir outro documento para substituir o emitido no ECF e entregar ao consumidor?<br />
14. Posso emitir Nota Fiscal adicionalmente ao Cupom Fiscal?<br />
15. Como devo proceder para escriturar os documentos fiscais não emitidos no ECF?<br />
16. Posso utilizar o documento emitido no ECF para entrega no domicílio do adquirente?<br />
17. Devo emitir Cupom Fiscal para consumidor domiciliado em outra unidade federada?<br />
18. Posso usar o Cupom Fiscal para venda a prazo?<br />
19. Devo emitir Cupom Fiscal quando realizar operações ou prestações com empresa contribuinte do ICMS<br />
ou Órgão Público?<br />
20. Posso utilizar outro tipo de equipamento impressor no estabelecimento comercial para emissão de<br />
documento de controle interno?<br />
</p>]]></description>
<dc:subject>Leis</dc:subject>
<dc:creator>Maneco</dc:creator>
<dc:date>2009-10-03T13:36:54-03:00</dc:date>
</item>
<item rdf:about="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/2009/10/hoje_com_45_ano.html">
<title>Hoje, com 45 anos de idade, sinto pela primeira vez ORGULHO DE SER BRASILEIRO !</title>
<link>http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/2009/10/hoje_com_45_ano.html</link>
<description><![CDATA[<p>Exportamos para o COI o que temos de exportar para o mundo: Beleza, irreverência, capacidade, organização, povo bonito e diverso, inteligência, riqueza...</p>

<p>Espero que pessoas da Embratur e TurisRio aprendam com erros do passaso e este acerto maravilhoso, o que temos que exportar em imagem de nosso país.</p>

<p>Progresso, Beleza, Amor ...</p>

<p>Feliz da vida com o que ví e ouvi.</p>

<p> </p>

<p>Maneco Gomes</p>

<p><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Z00jjc-WtZI&hl=pt-br&fs=1&"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Z00jjc-WtZI&hl=pt-br&fs=1&" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></p>

<p>* </p>

<p>Antes era esse o vídeo que gostava de mostrar...</p>

<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/EQ3GOVycA7M&hl=pt-br&fs=1&"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/EQ3GOVycA7M&hl=pt-br&fs=1&" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>]]></description>
<dc:subject>Rio 2016</dc:subject>
<dc:creator>Maneco</dc:creator>
<dc:date>2009-10-02T20:52:51-03:00</dc:date>
</item>
<item rdf:about="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/2009/09/mei_microempree.html">
<title>MEI - Microempreendedor Individual</title>
<link>http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/2009/09/mei_microempree.html</link>
<description><![CDATA[<p></p>

<p><strong>MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL </strong></p>

<p> </p>

<p>A Lei Complementar 128/2008 cria a figura do Microempreendedor Individual – MEI, com vigência a partir de 01.07.2009.<br />
 </p>

<p>Considera-se MEI o empresário individual a que se refere o art. 966 da Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (adiante reproduzido) - Código Civil, que tenha auferido receita bruta, no ano-calendário anterior, de até R$ 36.000,00 (trinta e seis mil reais), optante pelo Simples Nacional:</p>

<p>Art. 966. Considera-se empresário quem exerce profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou a circulação de bens ou de serviços.</p>

<p>Parágrafo único. Não se considera empresário quem exerce profissão intelectual, de natureza científica, literária ou artística, ainda com o concurso de auxiliares ou colaboradores, salvo se o exercício da profissão constituir elemento de empresa.</p>

<p>No caso de início de atividades, o limite de receita será de R$ 3.000,00 (três mil reais) multiplicados pelo número de meses compreendido entre o início da atividade e o final do respectivo ano-calendário, consideradas as frações de meses como um mês inteiro. </p>

<p><br />
<strong>TRIBUTAÇÃO</strong><br />
 </p>

<p>O Microempreendedor Individual (MEI) poderá optar pelo Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tri­butos abrangidos pelo Simples Nacional (SIMEI), independentemente da receita bruta por ele auferida no mês</p>

<p>O optante pelo SIMEI recolherá, por meio do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), valor fixo mensal correspondente à soma das seguintes parcelas: </p>

<p>I - R$ 51,15 (cinquenta e um reais e quinze centavos), a título de contribuição para a Seguridade Social, relativa à pessoa do empresário, na qualidade de contribuinte individual; </p>

<p>II - R$ 1,00 (um real), a título de ICMS, caso seja contribuinte desse imposto; </p>

<p>III - R$ 5,00 (cinco reais), a título de ISS, caso seja contribuinte desse imposto. </p>

<p><br />
O Microempreendedor Individual não estará sujeito à incidência do IRPJ, do IPI, da CSLL, da COFINS, do PIS, e do INSS patronal. Portanto, não estará sujeito ao recolhimento das alíquotas previstas nas tabelas do Simples Nacional.</p>

<p><br />
<strong>VEDAÇÕES</strong><br />
 </p>

<p>Não poderá optar pela sistemática de recolhimento pelo MEI: </p>

<p>I - cuja atividade seja tributada pelos Anexos IV ou V da Lei Complementar 123/2006, salvo autorização relativa a exercício de atividade isolada na forma regulamentada pelo Comitê Gestor; </p>

<p>II - que possua mais de um estabelecimento; </p>

<p>III - que participe de outra empresa como titular, sócio ou administrador; ou </p>

<p>IV - que contrate empregado, exceto em relação ao empresário individual que possua um único empregado que receba exclusivamente 1 (um) salário mínimo ou o piso salarial da categoria profissional.</p>

<p><strong>ENQUADRAMENTO</strong></p>

<p>A opção pelo SIMEI:</p>

<p>I - será irretratável para todo o ano-calendário; </p>

<p>II - para a empresa já constituída, deverá ser realizada no mês de janeiro, até seu último dia útil, produzindo efeitos a partir do primeiro dia do ano-calendário da opção.</p>

<p>Para as empresas em início de atividade com data de abertura constante do CNPJ a partir de 1º de julho de 2009, a realização da opção pelo SIMEI será simultânea à inscrição no CNPJ.</p>

<p>O empreendedor individual com data de abertura constante do CNPJ até 30 de junho de 2009 não poderá optar pelo SIMEI no ano-calendário de 2009.</p>

<p><strong>MEI COM UM ÚNICO EMPREGADO</strong></p>

<p>Poderá se enquadrar como MEI o empresário individual que possua um único empregado que receba exclusivamente 1 (um) salário mínimo ou o piso salarial da categoria profissional.</p>

<p><br />
Nesta hipótese o <strong>MEI</strong>: </p>

<p><strong>I </strong>- deverá reter e recolher a contribuição previdenciária relativa ao segurado a seu serviço na forma da lei, observados prazo e condições estabelecidos pela Secretaria da Receita Federal do Brasil; </p>

<p><strong>II</strong> - fica obrigado a prestar informações relativas ao segurado a seu serviço, devendo cumprir o disposto no inciso IV do art. 32 da Lei nº 8.212, de 1991 (informação ao INSS dos fatos geradores via GFIP); </p>

<p><strong>III</strong> - está sujeito ao recolhimento da contribuição do INSS patronal, calculada à alíquota de 3% (três por cento) sobre o salário de contribuição.</p>

<p><strong>CONTABILIDADE</strong></p>

<p>Na escrituração contábil, poderão ser utilizados os procedimentos simplificados previstos na NBC T 19.3 - Escrituração Contábil Simplificada para Microempresa e Empresa de Pequeno Porte.<br />
 </p>

<p><strong>OUTROS DETALHAMENTOS</strong></p>

<p>Para maiores detalhamentos, acesse o tópico Microempreendedor Individual - MEI, no Guia Tributário On Line.</p>

<p>Recomendamos também a obra MicroEmpreendedor Individual - MEI.</p>]]></description>
<dc:subject>MEI</dc:subject>
<dc:creator>Maysa</dc:creator>
<dc:date>2009-09-16T13:48:46-03:00</dc:date>
</item>
<item rdf:about="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/2009/07/prefeito_vicent.html">
<title>Prefeito Vicente Guedes Lança Campanha e recebe Palestrantes em Café da Manhã</title>
<link>http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/2009/07/prefeito_vicent.html</link>
<description><![CDATA[<p>Nesta manhã o Prefeito Vicente Guedes juntamente com a Secretária Municipal de Fazenda Sra. Cristina Malta  receberam empresários e a sociedade civil valenciana para o lançamento da Campanha <strong>"PARA FICAR LEGAL"</strong> e também para importante palestra que contou com a presença dos palestrantes Sr. Carlos Magno Secretário de Fazenda de Barra Mansa, Rubens Bomtempo ex-Prefeito de Petrópolis e Sr. Paulo Roberto Patuléa ex-Secretário de Fazenda de Petrópolis.<br />
<a href="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC00564.html" onclick="window.open('http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC00564.html','popup','width=600,height=450,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img src="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC00564-thumb.JPG" width="350" height="262" border="0" /></a><br />
<strong>O Prefeito Vicente Guedes</strong>  <br />
<a href="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC00574.html" onclick="window.open('http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC00574.html','popup','width=600,height=450,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img src="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC00574-thumb.JPG" width="350" height="262" border="0" /></a><br />
<strong>A Secretária de Fazenda Cristina Malta falando aos presentes sobre a importância da Campanha e dos Projetos que estão sendo viabilizados para a Prefeitura.</strong><br />
<a href="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC00582.html" onclick="window.open('http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC00582.html','popup','width=600,height=450,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img src="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC00582-thumb.JPG" width="350" height="262" border="0" /></a><br />
<strong>O Secretário de Fazenda de Barra Mansa expondo aos presentes sobre Consulta Prévia e Alvará Expresso agilidade e rapidez na legalização das empresas</strong><br />
<a href="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC00604.html" onclick="window.open('http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC00604.html','popup','width=600,height=450,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img src="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC00604-thumb.JPG" width="350" height="262" border="0" /></a><br />
<strong>O ex-Prefeito de Petrópolis Rubens Bomtempo compartilhando sua experiência como homem público</strong><br />
<a href="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC00612.html" onclick="window.open('http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC00612.html','popup','width=600,height=450,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img src="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/DSC00612-thumb.JPG" width="350" height="262" border="0" /></a><br />
<strong>O ex-Secretário de Fazenda de Petrópolis Sr. Paulo Roberto Patuléa falando sobre a Gestão de Políticas Públicas de 2001 à 2008da cidade de Petrópolis onde se focou a Desoneração Tributária, Desburocratização e Organização Urbana ressaltando a importância da Legislação em especial a Lei Complementar nº 128 de 19/12/2008 que criou condições especiais para que o trabalhador informal possa se tornar um Empreendedor Individual Legalizado</strong></p>]]></description>
<dc:subject>Prefeitura Municipal lança Campanha em Café da Manhã</dc:subject>
<dc:creator>Maysa</dc:creator>
<dc:date>2009-07-17T19:01:41-03:00</dc:date>
</item>
<item rdf:about="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/2009/06/lei_5468_de_10.html">
<title>Lei 5.468 de 10 de junho de 2009</title>
<link>http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/2009/06/lei_5468_de_10.html</link>
<description><![CDATA[<p></p>

<p><strong>OBRIGA OS FORNECEDORES DE PRODUTOS E SERVIÇOS A DIVULGAREM AS PROMOÇÕES COMERCIAIS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.</strong></p>

<p><strong>O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO</strong></p>

<p>Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei:</p>

<p>Art. 1º - Os fornecedores de produtos e serviços ficam obrigados a divulgar, de forma ostensiva, todas as promoções comerciais destinadas aos consumidores, em especial as que lhes concedam descontos.</p>

<p>Art. 2º - O descumprimento ao que dispõe a presente Lei acarretará ao infrator as penalidades do Código de Defesa do Consumidor.</p>

<p>Art. 3º - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.</p>

<p><br />
Rio de Janeiro, 10 de junho de 2009</p>

<p><strong>SÉRGIO CABRAL</p>

<p>Governador</strong></p>]]></description>
<dc:subject>Lei 5468 de 10/06/2009</dc:subject>
<dc:creator>Maysa</dc:creator>
<dc:date>2009-06-24T12:13:22-03:00</dc:date>
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<item rdf:about="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/2009/06/stf_derruba_exi.html">
<title>STF derruba exigência de diploma para exercício da profissão de jornalista</title>
<link>http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/2009/06/stf_derruba_exi.html</link>
<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (17) derrubar a exigência do diploma para exercício da profissão de jornalista. Em plenário, por oito votos a um, os ministros atenderam a um recurso protocolado pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado de São Paulo (Sertesp) e pelo Ministério Público Federal (MPF), que pediam a extinção da obrigatoriedade do diploma. </p>

<p>O recurso contestava uma decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), que determinou a obrigatoriedade do diploma. Para o MPF, o decreto-lei 972/69, que estabelecia as regras para exercício da profissão, é incompatível com a Constituição Federal de 1988. </p>

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<p>O único recurso possível contra a decisão do Supremo (embargo de declaração) não mudaria o resultado do julgamento –apenas teria a função de esclarecer eventuais dúvidas relativas sobre o assunto. Por conta disso, o presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Sérgio Murillo, já disse que a entidade não vai recorrer.  </p>

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<p>Relator do processo, o presidente do STF, Gilmar Mendes, concordou com o argumento de que a exigência do diploma não está autorizada pela Constituição. Para ele, o fato de um jornalista ser graduado não significa mais qualidade aos profissionais da área. “A formação específica em cursos de jornalismo não é meio idôneo para evitar eventuais riscos à coletividade ou danos a terceiros.”</p>

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<p>saiba mais <br />
Maioria dos ministros vota pelo fim da exigência de diploma para jornalista Gilmar Mendes vota pelo fim da exigência de diploma para jornalista Criada na ditadura, Lei de Imprensa previa prisões e multas para jornalistas Supremo revoga a Lei de Imprensa Joaquim Barbosa participa de sua primeira sessão após bate-boca no STF <br />
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Os ministros Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Eros Grau, Carlos Ayres Britto, Cezar Peluso, Ellen Gracie e Celso de Mello seguiram o voto do relator. Único a votar pela exigência do diploma, Marco Aurélio Mello disse que qualquer profissão é passível de erro, mas que o exercício do jornalismo implica uma “salvaguarda”. “Penso que o jornalista deve ter uma formação básica que viabilize sua atividade profissional, que repercute na vida do cidadão em geral”, argumentou Mello. </p>

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<p>A disputa judicial sobre a constitucionalidade da exigência do diploma começou em 2001, quando a 16ª Vara Federal de São Paulo concedeu liminar (decisão provisória) que suspendeu a obrigatoriedade do diploma para a obtenção de registro profissional. Em 2005, antes de o caso chegar a instâncias superiores, a liminar foi revogada pela 4ª Turma do TRF-3. </p>

<p>Em novembro de 2006, no entanto, uma liminar concedida por Gilmar Mendes garantiu o exercício da atividade jornalística aos que já atuavam na profissão sem possuírem graduação em jornalismo ou mesmo registro no Ministério do Trabalho. </p>

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<p>  Foto: Nelson Jr./STF Ministro do STF, Gilmar Mendes, durante sessão plenária desta quarta-feira (17) (Foto: Nelson Jr./STF)Plenário </p>

<p>Em seu voto, Gilmar Mendes sugeriu que os próprios meios de comunicação exerçam o mecanismo de controle de contratação de seus profissionais. Ele comparou ainda a profissão de jornalista com a de chefe de cozinha. “Um excelente chefe de cozinha poderá ser formado numa faculdade de culinária, o que não legitima estarmos a exigir que toda e qualquer refeição seja feita por profissional registrado mediante diploma de curso superior nessa área”, comparou. </p>

<p>“O Poder Público não pode restringir, dessa forma, a liberdade profissional no âmbito da culinária. Disso ninguém tem dúvida, o que não afasta a possibilidade do exercício abusivo e antiético dessa profissão, com riscos eventualmente até à saúde e à vida dos consumidores”, acrescentou Mendes, que disse acreditar que a decisão desta quarta não vai contribuir para o fechamento de faculdades de comunicação social.</p>

<p>Em plenário, no julgamento que durou mais de quatro horas, a advogada do Sertesp, Taís Gasparian, defendeu que a exigência do diploma é inconstitucional, sob o argumento de que a Constituição garante a liberdade de expressão e o livre pensamento. “Mais do que indesejável, a exigência do diploma para jornalistas é impraticável. Como se proibirá o exercício da disseminação da informação pela internet?”, destacou a advogada, citando a proliferação dos blogs. </p>

<p>Ela acrescentou que o jornalismo é uma profissão que não depende de qualificação técnica específica. “É uma profissão intelectual ligada ao ramo do conhecimento humano, ligado ao domínio da linguagem, procedimentos vastos do campo de conhecimento humano, como o compromisso com a informação, a curiosidade. A obtenção dessas medidas não ocorre nos bancos de uma faculdade de jornalismo”, afirmou Gasparian. </p>

<p>Já o procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, expressou que a obrigatoriedade do diploma seria um obstáculo à liberdade de expressão . “Não fazemos apologia contra atividade educacional regular, mas não podemos fechar os olhos à capacidade de as pessoas se qualificarem para essa atividade, que exige conhecimento multidisciplinar”, disse. </p>

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<p>  Foto: Gervásio Baptista/STF Sessão plenária do STF nesta quarta-feira (15) (Foto: Gervásio Baptista/STF)Em defesa do diploma, João Roberto Egydio, advogado da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), argumentou que a exigência não impede ninguém de escrever em jornal. “Consagra a fugura do colaborador, inclusive remunerado”, citou. “Não é exigido diploma para escrever em jornal, mas para exercer em período integral a profissão de jornalista”, completou. </p>

<p>Representando a Advocacia-Geral da União, a advogada Grace Maria também se manifestou contrária ao pedido do sindicato e do MPF. Para ela, “a missão de informar exige diploma para o exercício da profissão”.</p>

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<p>Comemoração </p>

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<p>O fim da exigência do diploma foi comemorado pela Associação Nacional dos Jornais (ANJ). Para o diretor do Comitê de Relações Governamentais da entidade, Paulo Tonet Camargo, o entendimento do Supremo oficializou o que já ocorria na prática. </p>

<p>"A decisão consagra no direito o que já acontecia na prática. O número de profissionais era pequeno sem ser jornalista. A ANJ é a favor do curso de jornalismo, mas o que se discutia aqui era o diploma como pré-requisito", disse Camargo. </p>

<p>Ele destacou que a associação não é contra o diploma, mas apenas considera que a exigência confronta com a liberdade de expressão, prevista na Constituição. Apesar da decisão, a ANJ continuará orientando as empresas a contratarem jornalistas graduados e com diploma.</p>

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<p>Lei de Imprensa </p>

<p>No dia 30 de abril, o Supremo revogou a Lei de Imprensa, atendendo a uma ação protocolada pelo PDT. Com a derrubada da lei, editada em 1967, durante a ditadura militar, as penas de prisão específicas para jornalistas deixaram de existir, e os juízes de todo o país ficaram proibidos de tomar decisões com base na agora extinta legislação. </p>

<p>Com isso, julgamentos de ações contra jornalista passam a ser feitos com base nos códigos Penal, Civil e na Constituição. A revogação também altera as formas de indenização e do direito de resposta (veja aqui as principais modificações com o fim da lei). </p>]]></description>
<dc:subject>*** Comentários</dc:subject>
<dc:creator>Maneco</dc:creator>
<dc:date>2009-06-18T01:53:10-03:00</dc:date>
</item>
<item rdf:about="http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/2009/06/sumula_385_do_s.html">
<title>SÚMULA 385 DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA</title>
<link>http://WWW.VALENCA.ORG/cdl/2009/06/sumula_385_do_s.html</link>
<description><![CDATA[<p><strong>Conduta reiterada de devedor impede indenização por dano moral</strong></p>

<p>Quem já é registrado como mau pagador não pode se sentir moralmente ofendido pela inscrição do nome como inadimplente em cadastros de serviços de proteção ao crédito.<br />
 Com esse entendimento, a Segunda Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) editou a súmula de número 385, impedindo pagamento de indenização por danos morais àqueles que reclamam na Justiça a reparação pela inscrição do nome em bancos de dados.<br />
Num dos processos que serviram como precedente para edição da súmula, uma consumidora do Rio Grande do Sul ajuizou ação de reparação por danos morais contra a Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Alegre por ter sido cadastrada sem a respectiva notificação.<br />
 O STJ entendeu que, mesmo descumprido o dever de comunicação previsto no artigo 43, parágrafo 2º, do Código de Defesa do<br />
Consumidor, a Câmara não deve pagar indenização diante da permanência de outros cadastros desabonadores contra a consumidora.<br />
A reiteração da conduta, no caso, impediu a reparação. O inteiro teor da nova súmula é o seguinte: “Da anotação irregular em cadastro de proteção ao crédito, não cabe indenização por dano moral quando preexistente legítima inscrição,ressalvado o direito ao cancelamento”.<br />
O dano moral está caracterizado se provado que as anotações foram realizadas sem a prévia notificação do interessado e as regras do CDC buscam fazer com que o consumidor pague a dívida antes que o nome venha a público. Mas, no caso acima citado, segundo o relator, ministro Ari Pargendler, não é possível presumir que o consumidor tenha experimentado com a inscrição indevida qualquer sentimento<br />
vexatório ou humilhante anormal, porque a situação não lhe seria incomum.<br />
Num outro caso paradigma para a Súmula, também do Rio Grande do Sul, relatado pelo ministro Aldir Passarinho, um consumidor ajuizou ação contra a Serasa, por ter o nome inscrito no banco de dados também sem a devida comunicação. O consumidor tinha uma dívida de R$ 33,23 junto ao Cartório de Guarulhos/SP e uma pendência de R$ 519,00 junto à empresa Ponto Frio, em Porto Alegre. Ele pedia indenização por danos morais, que lhe foi negada pela conduta reiterada.<br />
A jurisprudência do STJ é que a falta de comunicação, ainda que verdadeiras as informações sobre inadimplência, geram o dever de indenizar, pois criam restrições que vão além do âmbito restrito das partes – credor e devedor. É entendimento de que a comunicação pode evitar equívocos e impedir maiores males para o devedor.<br />
A responsabilidade da cientificação é exclusiva do banco de dados ou da entidade cadastral. A indenização, no caso, não se justificava, diante do contexto de que o consumidor não experimentou nenhuma situação anormal, tendo em vista que a prática não lhe seria incomum.<br />
</p>]]></description>
<dc:subject>Súmula 385</dc:subject>
<dc:creator>Maysa</dc:creator>
<dc:date>2009-06-05T19:20:25-03:00</dc:date>
</item>


</rdf:RDF>
